quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Pérolas do RH

Muito bom. Recebi essas pérolas por e-mail. Só para descontrair.Respostas reais dadas por candidatos a emprego, extraídas da Revista Exame.


Entrevistador ? Você tem algum e-mail para contato?
Candidato - Sim, anota ai: gostosinha_da_zonaleste@hotmail.com

Entrevistador ? Como você está na questão das línguas estrangeiras?
Candidato ? Tenho português básico.

Entrevistador ? Qual curso universitário você deseja fazer?
Candidato ? Ah, to pensando em Nutricionismo, Letras ou Engenharia.

Entrevistador - Então, você está construindo um networking?
Candidato - Veja bem, eu não sou engenheiro, sou administrador.

Entrevistador - Como você administra a pressão?
Candidato - Ah, tranquilo. 11 por 7, no máximo 12 por 8.

Entrevistador - Manter sempre o foco é muito importante. E me parece que você tem alguns lapsos de concentração.
Candidato - O senhor poderia repetir a pergunta?

Entrevistador - Como você se sente trabalhando em equipe?
Candidato - Bom, desde que não tenha gente dando palpite, me sinto muito bem.

Entrevistador - Como você se definiria em termos de flexibilidade?
Candidato - Ah, eu faço academia. Sou capaz de encostar o cotovelo na nuca.

Entrevistador - Nós somos uma empresa que nunca para de perseguir objetivos.
Candidato - Que ótimo. E já conseguiram prender algum?

Entrevistador - Vejo que você demonstra uma tendência para discordar.
Candidato - Muito pelo contrário..

Entrevistador - Em sua opinião, quais seriam os atributos de um bom líder?
Candidato - Ah, são várias coisas. Mas a principal é ter liderança.

Entrevistador - Noto que você não mencionou a sua idade aqui no currículo.
Candidato - É que eu uso óculos, e isso me faz parecer mais velho.
Entrevistador - E qual é a sua idade?
Candidato - Com óculos ou sem óculos?

Entrevistador - Quais seriam seus pontos fracos?
Candidato - Ah, é o joelho. Até tive de parar de jogar futebol.

Entrevistador - Há alguma pergunta que você queria me fazer?
Candidato - Eu parei meu carro lá na rua. Será que eu vou ser multado?

Entrevistador - Por que, dentre tantos candidatos, nós deveríamos contratá-lo?
Candidato - Eu pensei que responder a isto fosse seu trabalho.

Entrevistador - Como você pode contribuir para melhorar nosso ambiente de trabalho?
Candidato - Bem, eu começaria trocando a recepcionista, que é muito feia.

Entrevistador - Várias pessoas que se sentaram aí nessa mesma cadeira hoje são gerentes.
Candidato - Puxa, o fabricante da cadeira vai ficar muito feliz em saber
disso.

Entrevistador - Quando digo 'Sucesso', qual a primeira palavra que lhe vem à mente?
Candidato - Pode ser duas palavras?
Entrevistador - Pode.
Candidato - Milho. Nário.

domingo, 6 de novembro de 2011

Como lidar com a ansiedade

O mundo está querendo tudo para ontem! Ultimamente quase todos com quem eu converso ou convivo relatam sentimentos de ansiedade elevada. Muitos estão tomando medicamentos para ansiedade, cuja função é relaxar os músculos e desacelerar as atividades neurológicas, proporcionando uma breve ilusão de bem-estar momentâneo, sem nenhuma solução real e duradora.
O problema é que estamos condicionados a estar em qualquer lugar, menos onde realmente estamos. A nossa mente inquieta está sempre em qualquer lugar, menos onde realmente estamos, sempre buscando a felicidade e bem-estar em lugares, pessoas e coisas que estão fora da nossa realidade mental e física.
O que é ansiedade? O que é esta correria interna e externa? Para onde estamos indo? Como sabemos quando chegamos lá? Segundo os índios norte-americanos, nós do ocidente estamos sempre ansiosos para chegar a algum lugar, sendo que eles estão tranqüilos sabendo que já chegaram.
Já ouvi muitas pessoas falarem: “Eu sou ansioso mesmo, sou assim!”.Preste atenção: sempre que você usa a frase “Eu Sou...”, pense bem antes de colocar a próxima palavra. Nunca fale que você é uma coisa que você não quer ser. Ansiedade não é seu estado normal de ser, é apenas um estado emocional temporário. A doença começa quando a ansiedade permanece como estado prolongado do ser.
É bom lembrar que a ansiedade, quando se trata de expectativa dos eventos e acontecimentos da vida, é normal. O problema começa quando você deixa de se ocupar positivamente e começa a se pré-ocupar negativamente. Quem sofre de ansiedade, sente uma necessidade de estar sempre fazendo coisas compulsivamente como forma de fugir do seu momento presente.
Normalmente as pessoas ansiosas são nervosas, apreensivas e têm dificuldades na concentração e na reflexão. Também tem dificuldades de dormir e os pesadelos são freqüentes devido ao excesso de atividade mental, pois a mente não descansa suficientemente mesmo quando estão dormindo.
Existem também sensações corporais, como o excesso de transpiração, taquicardia, transtornos respiratórios, dores de estômago, má digestão, perturbações intestinais e outras alterações do sistema nervoso.
A realidade é que nós não apenas vivemos no mundo, mas o mundo também vive em nós. A nossa vida e tudo em nossa volta é exatamente a projeção da realidade do mundo que vive em nós, e o mundo que vive em nós está muito acelerado e na medida em que a ansiedade, as preocupações, a competitividade e as cobranças aumentam internamente, o mesmo também aumenta externamente como uma projeção da realidade coletiva.
Imagine que você está dirigindo um carro cuja capacidade da velocidade é de 220 km/h. Mesmo sabendo que o limite da velocidade segura e controlável na auto-estrada é de até 120 km/h, você se encontra acelerando incontrolavelmente na velocidade de quase 200 km/h, indo para 220km/h, sabendo que o veículo já está fora do seu controle, mas você não está conseguido parar. Assim que muitos estão percebendo a sua vida hoje: acelerada e fora de controle!
Vamos então entender o que realmente está acontecendo. Ao observar bem de perto, você percebe que você não é o único que está pisando no mesmo pedal do acelerador. Seu chefe está pisando no mesmo pedal, seus pais, filhos, parentes, amigos, sociedade. Os bancos também estão pisando no mesmo pedal com taxas absurdas e até o governo está pisando no mesmo pedal com impostos e contas fora da realidade mundial. Na verdade, o mundo todo com suas preocupações apocalípticas também está com pé no mesmo pedal e eles estão colocando a pressão sobre o seu pé no acelerador, fazendo com que você acelere cada vez mais para produzir, competir e atender a necessidade de todos. Isto te pressiona perigosamente para que você acelere internamente e conseqüentemente, acelere externamente, gerando um aumento da ansiedade na sua vida!
Acredito que a primeira coisa a fazer é parar, desligar, sair e respirar! Precisamos sim, desacelerar internamente e conseqüentemente externamente. Como? É preciso estabelecer o seu limite seguro de velocidade na vida e começar a pedir para todos tirarem os pés do seu pedal de acelerador e depois você mesmo pode começar a tirar o pé do acelerador e assim reduzir a pressão interna e externa.
Se somos seres inteligentes, então como se explica o fato de muitas pessoas neste momento estarem sofrendo de ansiedade no momento presente, por eventos e coisas que aconteceram no passado? Enquanto outros estão sofrendo com ansiedade por eventos e coisas que ainda não aconteceram e que provavelmente não irão acontecer no futuro?
Pois bem, precisamos começar a esvaziar a nossa mente de lixos do passado e dissipar os vícios de sofrimento e ansiedade e criar espaço e tempo para o novo. Precisamos também desacelerar e esvaziar o nosso espaço físico do acúmulo de coisas que não precisamos mais para criar o espaço e o tempo para o novo. Precisamos cobrar menos de nós mesmo e dos outros, competir menos e cooperar mais e principalmente amar, honrar e celebrar a nossa existência neste planeta.
Agora vamos
refletir sobre as práticas para lidar com a ansiedade do dia-a-dia através
da intrigante relação entre ela e o tempo e o espaço. A sua percepção do espaço
tem muito a ver com a sua percepção do tempo e a sua percepção do tempo também
tem muito a ver com a percepção da ansiedade na sua vida. Perceba
que quando você está dentro de uma sala ou de um quarto com muitas mobílias,
mesas, cadeiras, armários, etc., principalmente com mesas ou mobílias grandes no
meio da sala, a sua percepção do tempo é acelerada.
Quando faço
treinamento em empresas sempre aconselho que ela adote um estilo simples de
mobiliar as salas de trabalho com poucas mesas e cadeiras, somente o necessário.
O motivo é que quando você trabalha dentro de um espaço apertado ou cheio de
mobílias, a sua percepção do tempo é de fato acelerado. Você chega no trabalho
às 8 horas da manhã e num piscar de olhos já é a hora do almoço, e então você
percebe que conseguiu fazer muito pouco e conseqüentemente começa a se sentir
ansioso.
Ao contrário,
quando você mora ou trabalha num espaço amplo com poucas mobílias, a sua
percepção do tempo também é ampliada e você percebe realmente que o tempo passa
mais devagar e você sente que conseguiu fazer mais coisas em menos tempo.
Perceba que o tempo passa diferente quando você está no campo do que quando está
na cidade ou no meio de muitas pessoas.
Da mesma forma,
quando o espaço da sua mente está cheio de pensamentos e preocupações, como uma
sala cheia, você percebe o tempo mais acelerado e então você começa a se sentir
ansioso. Na medida em que você começa a esvaziar a mente e as preocupações, a
sua percepção do tempo também muda e desacelera e você começa a aliviar a
ansiedade.
Acho realmente que
muitos estão sentindo a percepção acelerada do tempo e dos eventos pois a nossa
realidade externa é a projeção da nossa realidade interna e a realidade interna
da maioria das pessoas hoje é a da ansiedade. Estamos correndo demais na
tentativa de fazer, fazer e fazer e de suprir tantas necessidades na vida, de
competir e realizar as coisas, que estamos esquecendo de ser e viver!
Acredito que no
caminho de ser, fazer e ter existem vários sinais indicando saídas para você
parar, sentir, respirar e simplificar a sua jornada na vida!
Aprenda a separar o tempo para ser, o tempo para fazer e o tempo para ter
e assim você poderá criar equilíbrio em sua vida.
Se você está
passando por um momento de ansiedade em sua vida e com dificuldades de lidar com
a percepção interna do tempo acelerado, então preste atenção nestas
dicas:
- Comece a
organizar as suas prioridades. Com tantos projetos na vida e com a percepção de
tão pouco tempo, a falta de organização pode provocar ansiedade;
- Planeje seus
projetos de vida e trabalhe com antecedência: organize os pensamentos e as
idéias e depois reúna os recursos físicos, mentais e materiais que você vai
precisar. Depois faça o que precisa ser feito com tempo de sobra, para evitar
correria.
Muitas pessoas têm
o habito de focar sempre no lado negativo da vida. Para lidar com a ansiedade
precisamos manter uma atitude positiva, colocando sempre o foco no lado positivo
de qualquer situação. Lembre- se de que enquanto estamos vivos, tudo que pode
acontecer já está acontecendo, mas a sua vida não se trata do que está
acontecendo, a sua vida se trata do que você está fazendo com o que está
acontecendo em qualquer situação!
Aja sempre da
melhor maneira possível. Não viva os problemas 24 horas. Sempre aja no momento
presente para resolver o que dá para resolver e depois volte a atenção para sua
vida. Os problemas existem para serem resolvidos e a vida existe para ser
vivida!
Procure sempre a
maneira mais simples e eficaz de ser, agir, viver e trabalhar. Não faça tudo
sozinho, peça ajuda quando precisar. Algumas pessoas entram na armadilha da
ansiedade pela dificuldade de dizer não ou pela relutância ou preguiça de dizer
sim! Eles se sobrecarregam na tentativa de agradar todo mundo, esquecendo de si
próprios! Aprenda mesmo a dizer não para aquilo que você não quer e sim para
aquilo que você quer. E lembre-se sempre de pedir ajuda quando
precisar!
Nos momentos de
ansiedade pare e procure prestar mais atenção na sua respiração. Lembre-se de
respirar deliberadamente fundo e lento. Lembre-se que enquanto o mundo está
querendo tudo para ontem e acelerando o futuro, você pode começar a desacelerar
e viver sabiamente dentro do tempo real da vida: no momento presente com amor,
paz, alegria e leveza!


Fonte: Terapeutas Sem Fronteiras.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Louco e Santos

Escrito por Oscar Wilde

Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila.
Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Fico com aqueles que fazem de mim louco e santo.
Deles não quero resposta, quero meu avesso.
Que me tragam dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo louco.
Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta.
Não quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria.
Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça.
Não quero amigos adultos nem chatos.
Quero-os metade infância e outra metade velhice!
Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa.
Tenho amigos para saber quem eu sou.
Pois os vendo loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca me esquecerei de que “normalidade” é uma ilusão imbecil e estéril.

Lições da selva: o que Ingrid Betancourt tem a ensinar sobre a vida




Seis anos presa pelas Farc. Quatro deles acorrentada pelo pescoço a uma árvore. A história da ex-política franco-colombiana surpreendeu o mundo e provocou uma comoção internacional. Em palestra no Brasil, ela contou detalhes dessa experiência e fez uma emocionante reflexão sobre os verdadeiros valores da vida

Ano: 2002. A então ex-senadora e candidata presidencial colombiana Ingrid Betancourt percorria o país dedicada à luta contra a corrupção. Ativista ambiental e contrária ao cartel das drogas, ganhou inimigos poderosos como os guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Os mesmos que a sequestraram e a mantiveram prisioneira ao longo de vários anos na selva da Colômbia.

Nesse período, ela conviveu em meio à fome, à doença, às degradantes condições impostas pelos sequestradores e a incerteza de não ter um dia seguinte. Decidida a recuperar sua liberdade a qualquer custo, Ingrid tentou escapar diversas vezes, sendo constantemente recapturada pela guerrilha e sofrendo severas punições pelas tentativas.

Ano: 2008. Depois de uma ousada operação de resgate pelo exército colombiano, Ingrid Betancourt e mais 14 reféns foram libertados. Batizada de Operação Jaque, membros do exército se infiltraram dentro das Farc e realizaram um resgate de helicóptero digno dos grandes filmes de ação.

A mulher que mobilizou o mundo e ficou seis anos e meio desaparecida na selva colombiana, agora, está de volta. Nos últimos 24 meses, ela trabalhou no livro "Não há silêncio que não termine", o que significou voltar diariamente para suas experiências como refém. Além disso, Ingrid também é uma das palestrantes mais requisitadas no mundo e inspira a todos com sua incrível força e capacidade de dar a volta por cima.

Em uma palestra cheia de emoção e revelações marcantes, no Fórum Internacional de Gestão, Estratégia e Inovação, realizado em Natal (RN), Ingrid fez reflexões sobre liberdade, poder e a capacidade humana de enfrentar seus maiores desafios.

Experiência

"Na realidade, aceitar o sequestro demorou muito. Sempre tive claro que eu seria libertada. Pensava: 'eles devem estar negociando', 'algo vai acontecer', 'eu ficarei livre logo'", conta Ingrid sobre o período em que ficou na selva. Mas isso não aconteceu e depois do primeiro ano com as Farc ela sabia que teria que lutar pela sua liberdade.

"Na floresta amazônica, tentei várias tentativas de fuga. Na terceira, o comandante quis me castigar [...]. Eu fiquei quatro anos com uma corrente presa no meu pescoço que ficava amarrada na outra ponta a uma árvore", descreve.

No entanto, Ingrid resistiu bravamente, lidando com a situação-limite. Ela aprendeu a negociar diariamente com os guerrilheiros, mostrando frieza e capacidade de improvisação. "Lá você perde todas as formas de agir sobre pequenos detalhes que satisfazem o essencial da vida. Tem que ter permissão para ir ao banheiro, permissão para falar com outro refém, para escovar os dentes, usar papel higiênico, tudo é uma negociação. Se sentirem qualquer resistência, você não consegue o que quer", relata.

A colombiana conta que um dos momentos mais marcantes desse período foi quando soube que seu pai, Gabriel Bittencourt, tinha falecido. "Nós comíamos basicamente arroz e feijão. No entanto, teve um dia que chegou ao acampamento repolhos que estavam enrolados em um papel de jornal. Pedimos permissão para ler o jornal e foi logo com a primeira página que soube da notícia", conta. Emocionada, ela diz que na hora pensava que morreria, mas que depois desse fato precisava ser mais forte para suportar essa situação.

Atitude

Ingrid frisa que apesar de ter sido privada de tudo, ela tinha a liberdade fundamental de decidir como agiria e quais emoções transmitira. "Há momentos em que temos que dizer não. E apesar de sentirmos que o mundo está desmoronando, temos que dar a volta por cima [...]. É nesses momentos que precisamos sair da zona de conforto", destaca Ingrid.

E com esse pensamento, ela fez sua decisão: havia certos princípios que ela não cederia. Ela não iria, por exemplo, responder a um número - uma decisão que enfureceu seus colegas prisioneiros. Durante a contagem dos reféns pelos guerrilheiros, quando o seu número foi chamado, ela disse: "Ingrid Bitencourt! Quando você quer saber se eu ainda estou aqui, você pode me chamar pelo meu nome e eu vou responder".

Apesar de ter sido questionada pelos próprios prisioneiros sobre a atitude, ela destacou aquilo como vital para que todos tivessem consciência de que eles eram pessoas. Seu protesto deu resultado e os nomes (ao invés de números) foram aceitos pelo comandante guerrilheiro. "Podemos ser aquilo que desejamos ser. Temos que buscar aquilo que queremos ser. Essa é a melhor definição de liberdade", afirma.

Superação

Um dos segredos de Ingrid para enfrentar essa situação foi tentar superar as adversidades."Você não domina o seu medo. Você não é capaz de dizer que não vai ter medo. Mas, mesmo assustada, você pode fazer isto e isto e isto", conta.

Longe da selva amazônica e dos guerrilheiros há três anos, Ingrid Betancourt demonstrou uma capacidade surpreendente de superação diante da plateia brasileira de dois mil participantes. Apesar de ter sofrido em cativeiro, ela afirma que não guarda rancor e declara: "antes de tentarmos transformar o mundo, precisamos transformar primeiro o nosso próprio coração".

Aprendizado

Ingrid Bettancourt conta que sua experiência na selva trouxe uma sede de transformação e ela passou a dar mais valor para tudo no seu dia a dia – tanto às coisas grandes, quanto às pequenas. "Até a maneira de acordar pela manhã, do que eu visto, as pessoas com quem eu converso. Tem pequenos gestos que podem fazer a diferença", afirma.

E ela ensina como começar a fazer isso: "Precisamos globalizar o amor e não a violência [...]. Nós somos capazes de transformar o ambiente e isso deve começar com a própria família".

A colombiana comparou o ser humano com um enlatado, no entanto, capaz de mudar os próprios ingredientes daquilo que somos. "Nós podemos diminuir a porção da impaciência, mudar a inveja, mudar a timidez". De acordo com Ingrid, esse é o caminho para sermos pessoas melhores.

Fonte: administradores.com.br

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Centrais do Cidadão suspendem atendimento​ nesta sexta e sábado

A Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (SEJUC), por meio da Coordenadoria de Atendimento ao Cidadão (CODACI), informa à população que as Centrais do Cidadão estarão com seus serviços suspensos nesta sexta-feira (28) e sábado (29) devido ao feriado do Dia do Servidor, comemorado no dia 28 de outubro. O atendimento será retomado na segunda-feira (31).

As Centrais contam atualmente com 22 unidades e atuam em 18 municípios, sendo 17 no interior e cinco na Capital. Mais informações no site da SEJUC, www.sejuc.rn.gov.br

Fonte: Ascom/Sejuc

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Carta de Brasília alinha diretrizes para prevenir acidentes de trabalho

Notícias do Tribunal Superior do Trabalho
21/10/2011

Divulgada ao fim do Seminário de Prevenção de Acidentes do Trabalho realizado ontem e hoje (20 e 21) pelo Tribunal Superior do Trabalho, a Carta de Brasília, assinada pelo participantes, propõe uma tomada de posição que envolva Estado, empresas, trabalhadores e a sociedade em geral para atacar de forma eficiente o grave problema dos acidentes de trabalho no País.

Ao longo dos dois dias do Seminário, especialistas de diversos campos do conhecimento expuseram seus pontos de vista, consolidados na Carta, que prega a necessidade de instituição de políticas públicas “realistas e eficazes” para solucionar um problema que “atinge diretamente a dignidade da pessoa humana”.
Leia, abaixo, a íntegra do documento:

CARTA DE BRASÍLIA SOBRE PREVENÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO

Os participantes do Seminário de Prevenção de Acidentes de Trabalho, organizado e promovido pelo Tribunal Superior do Trabalho, no período de 20 a 21 de outubro de 2011, vêm a público para:

1. expressar perplexidade e preocupação com o número acentuado e crescente de acidentes e doenças relacionados ao trabalho no País, que atinge diretamente a dignidade da pessoa humana, um dos fundamentos da República;

2. alertar as empresas de que acidentes de trabalho são previsíveis e, por isso, evitáveis, razão pela qual prevenção e gestão de riscos constituem investimento, enquanto reparação de danos implica prejuízo;

3. recordar que é dever do empregador cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho (CLT, art. 157), obrigação do empregado colaborar no seu cumprimento (CLT, art. 158), e atribuição do Estado promover a respectiva fiscalização (CLT, art. 156), de modo a construir-se uma cultura de prevenção de acidentes;

4. afirmar que um ambiente de trabalho seguro e saudável deve ter primazia sobre o recebimento de adicionais compensatórios pelas condições desfavoráveis;

5. registrar que o avanço do Direito Ambiental deve alcançar os locais de trabalho, para assegurar aos trabalhadores um meio ambiente seguro, saudável e ecologicamente equilibrado;

6. exigir o fiel cumprimento do art. 14 da Convenção 155 da OIT, em vigor no Brasil desde 1993, segundo o qual questões de segurança, higiene e meio ambiente do trabalho devem ser inseridas em todos os níveis de ensino e de treinamento, incluídos aqueles do ensino superior técnico e profissional, com o objetivo de satisfazer as necessidades de treinamento de todos os trabalhadores;

7. conclamar pela ratificação urgente da Convenção 187 da Organização Internacional do Trabalho – OIT, sobre o Marco Promocional da Segurança e Saúde no Trabalho;

8. encarecer aos poderes constituídos a implementação, com urgência, de política nacional sobre segurança, saúde e meio ambiente do trabalho;

9. proclamar a necessidade de maiores investimentos na produção e difusão de conhecimento sobre Segurança e Saúde no Trabalho e Meio Ambiente, bem como de uniformidade e maior presteza na divulgação das estatísticas oficiais relativas aos acidentes de trabalho no País, a fim de auxiliar a implementação de políticas públicas realistas e eficazes;

10. convocar toda a sociedade para uma mobilização e conjugação de esforços na busca de medidas concretas para reduzir ao mínimo possível os acidentes e doenças relacionados ao trabalho, com os quais todos perdem.

Brasília, 21 de outubro de 2011.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social do Tribunal Superior do Trabalho
imprensa@tst.jus.br
Permitida a reprodução mediante citação da fonte.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

CODACI realiza mais uma Ação Cidadania



Ação Cidadania em Florania realizada no último sábado foi uma solicitação do vereador Toni Junior

Uma equipe da coordenadoria de atendimento ao cidadão [CODACI – SEJUC], estiveram durante todo o último [sábado, 15] em Florânia realizando a Ação Cidadania solicitada pelo vereador Toni Junior. O evento aconteceu na Associação Comunitária de Florânia no bairro Rainha do Prado.

Durante a Ação, foram realizados 579 atendimentos divididos em: Fotografias 158, CTPS – Carteira de Trabalho 56, Xerox 56, CPF 136, plastificação 173.

“A Ação Cidadania foi um verdadeiro sucesso, nós já estamos planejando outra, para beneficiar um maior número de serviços à população. Florânia agradece pela atenção dada a cidade pelos companheiros da CODACI”, do vereador Toni Junior.

Além do vereador, também estiveram presente as lideranças políticas do município como Jessica Botelho, presidente do PMN local, Penha lider comunitária e o pré-candidato a vereador pelo PDT. Além é claro, dos funcionários da SEJUC, responsável pelo sucesso do evento.

Fonte: Blog Francisco Gomes

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Seminário de Prevenção de Acidentes de Trabalho

O Tribunal Superior do Trabalho, engajado no compromisso institucional manifestado perante a sociedade brasileira por intermédio do Programa Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho, promoverá, nos dias 20 e 21 de outubro de 2011, Seminário de Prevenção de Acidentes de Trabalho.

O Seminário tem como objetivo ampliar o debate acerca desse grave flagelo social, bem como difundir o conhecimento especializado a respeito das causas, consequências e medidas preventivas concretas, a fim de subsidiar a implementação de uma política pública permanente voltada à promoção da saúde e da segurança no trabalho.

Ciente dos desafios que envolvem a consecução desse propósito, a complexidade da matéria e o inafastável caráter interdisciplinar que a caracteriza, o presente Seminário conta com programação cuidadosamente elaborada, a reunir os principais estudiosos do tema nas suas várias vertentes, entre médicos, economistas, engenheiros, juristas especializados e representantes de instituições públicas e privadas.

A causalidade dos acidentes, as suas múltiplas repercussões, a gestão de risco nas organizações, as tutelas judiciais de prevenção, a atuação das instituições públicas, além de experiências e políticas de sucesso, estão entre os temas que desfilarão nesses dois dias de debates e, sobretudo, de construção de ações efetivas de prevenção.

O Seminário de Prevenção de Acidentes de Trabalho será realizado no Tribunal Superior do Trabalho Setor de Administração Federal Sul (SAFS) - Quadra 8 - Lote 1 - Brasília - Distrito Federal.


Fonte:Tribinal Superior do Trabalho

sábado, 15 de outubro de 2011

7 competências que o mercado busca nos profissionais

Quais são as características que um profissional precisa ter, além, é claro, daquelas específicas de cada ramo de atuação? Victor Martínez, especialista em treinamentos comportamentais e projetos de RH e CEO da Thomas Brasil, empresa especializada em gestão de pessoas, listou sete talentos que as empresas buscam nos profissionais. Veja abaixo:

1. Autogerenciamento - É a capacidade de motivação, disciplina e auto-avaliação do indivíduo. Trata-se do profissional capaz de realizar projetos, buscar soluções e identificar formas de implementar as soluções.

2. Comunicação múltipla - Segundo Martínez, o mundo é uma aldeia global, por isso, a capacidade de se comunicar de modo realmente eficaz em inglês deve ser prioridade em determinadas áreas. "Há outras formas de comunicação que devem ser exploradas, como por exemplo, a informática, os blogs, a intranet, os processos e sistemas de informação e transmissão de dados."

3. Negociação - Reflita sobre sua capacidade de negociação e dê atenção especial às suas habilidades nesse campo. Apresente suas ideias de forma clara e convincente e argumente de forma positiva, franca e objetiva.

4. Adaptabilidade - "Mudança é uma das duas grandes certezas da vida", diz Martínez. Por isso o profissional do futuro deve procurar prevê-las e antecipar-se a elas.

5. Educação contínua - Novidades tecnológicas, descobertas, novos processos mais eficazes aparecem a cada momento. Por isso, é fundamental a busca continua por aprimoramento.

6. Domínio da tecnologia - Como já dizia Ayrton Senna, tecnologia faz diferença. Use e fomente a tecnologia de ponta sempre que possível ou quando houver necessidade. Para evoluir nesse quesito, decrete sua própria obsolescência e parta para patamares mais altos de tecnologia.

7. Foco nos resultados - São os resultados que interessam, mas lembre-se que a ética deve ser respeitada. Na busca pelos resultados, as pessoas também são avaliadas por suas ações. Vale refletir e analisar o que você busca e o que agregará valor em termos de custos/esforço. Concentre-se nisso.

Fonte: Administradores.com

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Quer mais felicidade no trabalho? Decida-se por ela

Por Ricardo Piovan,

Um grupo de psicólogos estudou a relação entre atitude e felicidade em crianças. Os pesquisadores levaram duas crianças ao laboratório para serem observadas. Um delas foi descrita como contente, solta, positiva. O outro garoto foi descrito como negativo, mal adaptado e infeliz.

Os cientistas começaram o experimento colocando a criança de atitude negativa num quarto repleto de brinquedos conhecidos. O garoto brincou um pouquinho com cada brinquedo e depois de quinze minutos estava entediado e disse: "Esses brinquedos são chatos. Não dá para arrumar uns brinquedos melhores para mim?".

Então os pesquisadores colocaram o menino positivo numa sala onde havia um balde de esterco. Do outro lado, do espelho monofásico, os cientistas observaram a reação daquela criança: "Ei, cara! Deve ter um pônei aqui perto".

Felicidade é uma questão de como você vê a realidade a sua volta. Algumas pessoas aprenderam a ver o mundo de forma positiva, acreditando em escolhas que geram mudanças. Outras já aprenderam a ver o mundo sem solução e não entram em ação para resolver aquilo que precisa ser resolvido.

Algumas sugestões de como ver a empresa de forma diferente:

- Está infeliz com o seu salário? Ao invés de reclamar pelos cantos da empresa, que tal você ter uma conversa adulta com o seu líder e perguntar o que você precisa fazer, ou mudar, para receber um aumento daqui a seis meses.

- Está infeliz com o volume de trabalho sem tempo para sua vida pessoal? Simples, leia três livros sobre administração do tempo e produtividade e coloque as orientações em prática. Saiba que você terá que fazer coisas diferentes para ter resultados diferentes.

- Está infeliz com os resultados das suas vendas? Enquanto você reclama que o mercado não está comprando, tenho certeza que tem vendedores vendendo muito. Observe o que estas pessoas fazem diferente daquilo que você faz no dia a dia, talvez a solução esteja por aí.

- Está infeliz com a sua equipe, pois ela não é tão produtiva o quanto você esperava? Estude sobre liderança e influência. Provavelmente, você precisa aprimorar-se nestes quesitos. Talvez você esteja agindo como um chefe e não como um líder.

Veja os seus problemas e dificuldades de forma diferente, pois as pressões e adversidades da vida se dissipam à medida que entramos em ação para resolvê-las.

A infelicidade acontece quando entramos num processo de letargia, isto é, não agindo para resolver o que tem que ser resolvido.

Portanto, se quer mais felicidade na sua vida profissional: decida e entre em ação.


Fonte: www.administradores.com.br

Assédio Moral - o Fantasma no Ambiente de Trabalho

Nesta entrevista a Dra. Margarida Barreto, médica ginecologista e
do Trabalho, pesquisadora do Núcleo de Estudos Psicossociais de
Exclusão e Inclusão Social (Nexin PUC/São Paulo), explica o que é
assédio moral e como o trabalhador deve procurar ajuda e alerta: "
Quem é humilhado sistematicamente, pode sair das ideações suicidas
e agir, rumo a morte, tirando a própria vida, por não suportar o
sofrimento”.

Diesat: O que é assédio moral?

Dra. Margarida Barreto: Assediar alguém significa estabelecer um
cerco e não dá trégua ao outro, humilhando, inferiorizando e
desqualificando-o de forma sistemática e repetitiva. São ataques
verbais e gestuais, perseguições e ameaças veladas ou explicitas;
fofocas e maledicências que ao longo do tempo, vão desestabiliza
emocionalmente e devasta a vida do outro.

Para a UNIÃO EUROPEIA o assédio moral é um comportamento negativo
entre colegas ou entre superiores e inferiores hierárquicos, em que a
vitima é objeto de ataque sistemático por longo tempo, de modo
direto ou indireto, contra uma ou mais pessoas.

Já a Organização Internacional do Trabalho considera-o todas as
vezes em que uma pessoa se comporta para rebaixar o outro, através de
meios vingativos, cruéis, maliciosos ou humilhantes contra uma pessoa
ou um grupo de trabalhadores. São criticas repetitivas e
desqualificações, isolando-o do contato com o grupo e difundindo
falsas informações sobre ele.

Qualquer que seja o conceito usado, no assédio há sempre um núcleo
ou matriz que encontramos em todos os países, mostrando que estamos
ante uma tortura psicológica nas relações interpessoais no local de
trabalho, o que nos leva a considerá-la como um problema de saúde
publica. Nesta matriz, encontramos algumas táticas que se repetem:
isolar, ignorar, desqualificar, desmoralizar, desestabilizar, degradar
as condições de trabalho e forçar a pedir demissão ou desistir do
emprego, do projeto, da empresa. Resumiríamos, afirmando que em todos
os casos de assédio moral encontramos:
Repetitividade e persistência da ação
Intencionalidade
Temporalidade e direcionalidade
Degradação das condições de trabalho
Os efeitos são devastadores a vida (físico/psicológico) das
pessoas que são humilhadas e sofrem agressões verbais e outros atos
de constrangimento, quer no âmbito publico ou privado (a portas
fechadas). Aqui, a diferençaestá na relação de poder estabelecida,
que pode ser assimétrica ou simétrica com atos de violência
explícitos ou sutis.
D: De que forma o trabalhador é assediado no ambiente de trabalho?

M.B: Leymann, o primeiro estudioso do tema, a pratica do assédio
moral envolve mais de 40 atos que fazem parte de um processo que
ocorre ao longo do tempo, por um período de seis meses. Para ele,
existe o assédio moral quando há uma relação assimétrica de poder
e este, pode ser em conseqüência de uma experiência maior ou mesmo,
uma maior proximidade com a alta hierarquia. Deste modo, ele catalogou
quatro grandes grupos de ações: ações contra a dignidade; ações
contra o exercício do trabalho; manipulação da comunicação e
ações de iniqüidade.

Como exemplo de ações muito comuns aqui em nosso país, citaria:
isolar dos colegas e ignorar sua presença; dar instruções confusas,
sobrecarregar trabalho, bloquear o andamento do trabalho, criticar em
publico, constrangendo-o ou desqualificando-o; impor horários
injustificados; caluniar; disseminar fofocas e maledicências;
transferir de setor sem conhecimento prévio; proibir colegas de
conversar, almoçar entre tantos outros atos, contanto que reforce o
lema. “Não falte para não perceberem que você não faz falta”,
passando a idéia que o trabalhador é um inútil, ou que faz é tão
pouco que não tem valor para a Empresa.

D: Quando começaram as discussões sobre o problema?

M.B.: Na Europa, o tema foi bastante discutido por Leymann e
posteriormente, Marie France Hirigoyen. Aqui no Brasil, começamos a
ouvir atentamente os trabalhadores que eram humilhados em seu local de
trabalho desde o inicio a partir de 1993. Sabíamos que humilhar o
outro não era novo. Mas, os relatos que nos chegavam, eram
freqüentes. O fato é que a intensificação das humilhações no
trabalho coincide com as mudanças que ocorreram na forma de organizar
o trabalho e nas políticas de gestão, nestes últimos 30 anos. Mudou
o discurso e novos rótulos surgiram para velhas questões. Por
exemplo, ser flexível passou a apontar um novo horizonte de
expectativas no qual o trabalhador agora denominado de
“colaborador”, deverá estar sempre motivado, ser dinâmico e
comunicativo, aberto para os novos desafios, ter capacidade para
trabalhar em grupo, ser criativo e competitivo como forma de ascender
no mundo do trabalho e em especial ser dedicado a empresa e
seutrabalho. O discurso é sedutor, pois a flexibilidade deve ser
aceita e internalizada por todos; é uma forma de compensar a
insegurança que passo aparecer a partir das demissões massivas e
reestruturações constantes. Cada um deve suportar o novo desafio, a
nova sobrecarga e mostrar que é capaz de se ajustar aos novos tempos.
Com poucas pessoas executando mais tarefas, sob intensa pressão para
produzir, não precisamos refletir muito para constatar as
consequencias que isso traria no tempo: novas doenças e mais
demissões. Fomos percebendo que as humilhações neste contexto, era
algo que fazia parte da micropolitica de controle empresarial e que se
manifestava na corrente dos gestos cotidianos. Estávamos diante de
uma ferramenta de controle dos gestos, da voz, dos pensamentos e
emoções. Assim, devemos avaliar as novas doenças, os novos riscos
emergentes em associação as mudanças no mundo do trabalho e que
foram profundas. Ressalto também que a reestruturaç� �o produtiva
veio acompanhada de desregulamentações das relações de trabalho,
de flexibilização dos direitos, da adoção de novas políticas de
gestão quer por injuria ou pelo medo, de controle rígido e
disciplinar dos trabalhadores, da colonização do imaginário, quer
por política de punição aos que não alcançaram as metas ou por
premiação dos “bons” na capacidade de ultrapassá-las e dá
produção. É um ambiente propicio para instaurar o conflito entre
colegas e a competitividade, passa a ser a regra. Sabemos que as
empresas estão mais preocupadas em aumentar seus lucros com poucos
gastos que com a saúde dos seus trabalhadores. O que importa é
faturar cada vez mais e o trabalhador que adoece vira peça
descartável e que deve ser trocada. Então ser flexível para o
capital, é ser capaz de se adaptar, em reagir ao invés de agir; em
aceitar ao invés de resistir e lutar. Porque afirmo isso? Quando o
trabalhador adoece, envelhece ou questiona pra ticas ilícitas ou não
se submete as normas que lhes são impostas, perde o valor e torna-se
uma “persona non grata”, o que o obriga, freqüentemente, a deixar
a empresa. O valor do trabalhador está em ser guerreiro 24 horas,
não adoecer, não ter família, não ter preocupações e
preferencialmente, que todo o seu pensamento e emoções, estejam
direcionados ao bem estar da empresa. Logo, todo assédio tem como
intencionalidade forçar o outro a desistir do emprego, pedindo a
demissão ou mesmo desistindo de um projeto ou mudando de setor, de
Estado.

D: Existe uma categoria que apresente mais denuncias relacionadas a
assédio moral?

M.B.: Hoje, é difícil você dizer qual a categoria que não tem
assédio moral nas relações de trabalho. Isso porque o assedio tem
como causalidade a organização do trabalho e uma cultura
organizacional que mantem e reproduz a “voz” da organização,
como verdade absoluta e inquestionável. Mas, poderíamos apontar as
categorias em que é muito comum: saúde, educação, comunicação em
especial com os jornalistas e o setor de serviços, como por exemplo,
os bancários.

D: Como o movimento sindical pode auxiliar trabalhadores que sofrem
assédio?

M.B.: Em primeiro lugar, o dirigente deve ouvir seu companheiro. É
necessário que os dirigentes compreendam e conheçam esse novo mundo
do trabalho nesta nova configuração, em que os trabalhadores foram
transformados em nômades do trabalho e das relações, vivendo uma
sociedade sem emprego, com uma vida limítrofe e caótica, tendo que
se submeter a exploração. É necessário que os dirigentes conheçam
os novos riscos emergentes, reflitam a cultura empresarial, que
escutem e compreendam a voz daqueles que sofrem, adoecem e morrem
do/no trabalho. Se não conhecem o que acontece de fato no
intra-muros, a ação se restringe a julgar ou encaminhar o
trabalhador assediado para o medico ou o departamento jurídico, em
atos e ações individualizadas. E as ações coletivas, ficam
esquecidas.

Se não tivermos uma práxis compromissada com classe trabalhadora,
poucas vitórias alcançaremos. Digo isto, pois vejo por esse Brasil,
muitos "dirigentes" que sequer sabem o que ocorre dentro daquela
empresa em que ele um dia, trabalhou e isso leva a atitudes de
indiferença em relação a dor do outro. Falta reflexão-ação,
sonhos pessoais que se mesclem com os sonhos coletivos, falta luta
ativa, organização por local de trabalho, mobilização e
compromisso de classe! Pensar em eliminar o assédio moral das
relações laborais passa pela luta por justiça, por dignidade, por
generosidade, por respeito nas relações de trabalho, por uma nova
forma de organizar o trabalho em que a cultura reforce a autonomia e
criatividade para pensar e fazer; que a vida daqueles que produzem
riquezas, seja privilegiada em sua plenitude. Um sindicalismo
"combativo" não pode defender os interesses do capital, viabilizando
a existência de empresas que matam e adoecem centenas de tr
abalhadores anualmente, com a desculpa que está preservando o
emprego. Aqui, é uma questão de defesa da vida. Não podemos sair de
um sindicalismo de contestação e caminhar para um sindicalismo de
"viabilização das empresas. Enquanto esse cenário persistir,
assistiremos o aumento da exploração no trabalho - que é uma face
da violência - a intensificação da flexibilidade, mobilidade e
humilhações para produzir, sob o olhar passivo do movimento sindical

D: Quais são as conseqüências na saúde destes trabalhadores?

M.B: Quem sofre o assédio moral no trabalho, manifestará algumas
reações. A primeira seria uma reação social cuja resposta corporal
a ação nociva, se manifesta como isolamento social, ressentimentos,
tristeza, reprodução da violência em outros espaços e até mesmo
com filhos. Há aumento do uso de drogas, quebra dos laços afetivos e
muitas crianças de país que sofreram violência no trabalho, tem
menor desempenho na escola. Em segundo lugar, a pessoa assediada sente
um mal estar que se manifesta no julgamento negativo de si, como se
fosse sem valor ou mesmo um lixo. Alem das varias alterações
cotidianas devido os pensamentos repetitivos e recorrentes, no tempo
começam a apresentar doenças e danos psíquicos com idéias de
indignidade, esquecimentos, choro freqüente e que podem caminhar para
a depressão, o burn-out, a síndrome do pânico e outros transtornos
da esfera mental E por ultimo, que m é humilhado sistematicamente,
pode sair das ideações suicidas e agir, rumo a morte, tirando a
própria vida, por não suportar o sofrimento. Assim o assédio moral
gera morte. A Marie France lembra que “Não se morre diariamente de
todas as agressões, mas perde-se uma parte de si a cada noite,
volta-se para casa exausto, humilhado, deprimido. É a repetição do
ato que é destruidor”. Estamos diante de um risco que tem
repercussões na família, desestruturando-a freqüentemente e
devastando a vida daquele que sofre a violência moral ou psicológica
no local de trabalho. Estamos falando de mais um risco no ambiente de
trabalho, que causa danos a dimensão física, psíquica, moral,
intelectual, social, cultural ou espiritual do ser humano. Daí a
necessidade de compreender essa relação capital x trabalho para
atuar com compromisso de classe, pois ter saúde, ser livre e feliz,
envolve a ordem do conhecimento, da razão livre, dos bons encontros,
da compreensão não somente de si mesmo, mas dos outros e somente co
m os outros podemos transformar o mundo do trabalho e a sociedade em
que vivemos.

D: O que levou a Dra. a pesquisar sobre o tema?

M.B.: Comecei a trabalhar no Sindicato dos Químicos ao final de
1992, logo após o término do curso de especialização em medicina
do trabalho. E neste espaço passei a ouvir historias de sofrimento e
compreendi desde o inicio que a dor colocada não era resultante de
fraquezas individuais. Ao contrário: estava diante de guerreiros e
guerreiras da produção e que após dá a vida em uma determinada
empresa, sentiam-se traídos porque adoeceram ou porque questionaram a
empresa e como resultado, mudava a forma da empresa de lidar com eles.
As histórias de sofrimento me atravessavam e na tentativa de
ajudá-los ativamente, procurei a Psicologia Social da PUC/SP para
fazer o mestrado.Lá, sistematizei uma pesquisa que resultou na escuta
atenta de 2072 trabalhadores de 97 empresas do ramo químico,
plástico, cosmético e farmacêutico e cujo nome da dissertação foi
dado por um trabalhador que após contar sua historia, me disse: “eu
vivo dentro da empresa uma jornada de humilhações”. Ele me deu o
nome e a chave da compreensão dos gritos de sofrimento que escutava.

Fonte:Rede Nacional de Combate a Violência Moral no Trabalho

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Líder não deve ser o único culpado pela desmotivação no trabalho, afirma especialista

Poucas perspectivas de crescimento, baixos salários e desentendimentos com o chefe estão entre os fatores que podem levar à desmotivação

Buscar culpados pela desmotivação no trabalho é um dos primeiros passos tomados por profissionais infelizes, com o líder, neste caso, sendo o principal alvo. Entretanto, segundo a coach executiva Daniela do Lago, a motivação não vem dos outros.

“O bom chefe deve gerar o estímulo correto para que seus funcionários tenham “motivo para a ação”, mas a verdade é que ele não poderá fazer nada por ninguém. A motivação vem de dentro e, portanto, o único responsável por ela é o próprio profissional”, explica Daniela.

Pense no assunto
Ainda conforme a coach executiva, poucas perspectivas de crescimento, baixos salários e desentendimentos com o chefe estão entre os fatores que podem levar à desmotivação. Contudo, alerta, antes de tomar qualquer decisão, o profissional deve pensar no assunto para não se precipitar.

Entre as questões a serem analisadas, destaca, está a identificação com os valores da empresa, o que, segundo ela, pode auxiliar o profissional a entender se o melhor é optar por uma mudança de área dentro da empresa, ou mesmo pela busca de uma nova oportunidade de trabalho.

“Os valores são parâmetros para decidirmos o que é importante ou não em nossas vidas. Portanto, eles são fundamentais para definir as escolhas diárias de cada um”, diz.

Outra dica de Daniela é pensar no futuro da carreira e ter perspectivas. Neste sentido, avalia, é importante que a pessoa tenha claro o que o sucesso representa para ela.

Fonte:Administradores.com

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Central Itinerante realiza mais de 41 mil atendimentos



Nesta quarta-feira (5), é comemorado o Dia Nacional da Cidadania e a Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (SEJUC) parabeniza todos que fazem parte da Coordenadoria de Atendimento ao Cidadão (CODACI), que levou a mais de 30 municípios, só em 2011, ações de cidadania. Ofertando à população serviços como emissão de CPF, carteira de trabalho e foto 3x4, realizando mais de 41 mil atendimentos até o momento.

A SEJUC através do Central Itinerante participou de 56 ações de cidadania. A equipe da CODACI é composta por 16 pessoas que se revezam durantes as ações e levam as pessoas serviços básicos e essenciais.

O coordenador da CODACI, Nelson Mendonça, esclareceu que "as ações de cidadania visam estimular a participação cidadã na construção e melhoria das políticas públicas sociais".

O Dia Nacional da Cidadania, que coincide com a data de promulgação da Constituição federal, em 5 de outubro de 1988, é um momento de reflexão sobre os mecanismos que garantem o pleno exercício da democracia no País.

O secretário de Justiça, Thiago Cortez, enfatiza a importância de ações voltadas para sociedade. "Estamos trabalhando cada vez mais para que a Sejuc esteja presente em todas as ações de cidadania, na capital e no interior".

Fonte: Ascom/Sejuc

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

SEJUC leva à população serviços gratuitos

A Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (SEJUC), através da Coordenadoria de Atendimento ao Cidadão (CODACI), leva à população serviços básicos e essenciais para o exercício de cidadania. Emissão de CPF, carteira de trabalho (DRT) e foto 3x4 são os serviços gratuitos oferecidos por uma equipe de profissionais da SEJUC.

As próximas ações serão realizadas nesta quinta-feira (29), na cidade de Monte Alegre na sexta-feira (30), na cidade de Extremoz, e no sábado (1), na cidade de Pedro Avelino.

Confira a programação:

Dia: 29/09
Cidade: Monte Alegre
Local: Sítio Fontes
Horário: 08 às 14h
Serviços: Carteira de Trabalho (DRT), FOTO e CPF

Dia: 30/09
Cidade: Extremoz
Justiça na Praça
Local: Praça da igreja matriz
Horário: 08 às 17h.
Serviços:Carteira de Trabalho (DRT) e CPF

Dia: 01/10
Cidade: Pedro Avelino
Local: Salão Paroquial
Horário: 09 às 16h.
Serviços: Carteira de Trabalho (DRT), FOTO e CPF

Fonte: Ascom/Sejuc

Fofoca é o que mais irrita os brasileiros no ambiente de trabalho, revela pesquisa

Um levantamento realizado pela Linkedin revelou que a fofoca é o que mais irrita os profissionais brasileiros no ambiente de trabalho. A resposta foi apontada por 83%, enquanto a média global era de 62%.

Os profissionais do Brasil disseram também que o uso de roupas inadequadas, como saias curtas e blusas decotadas, é algo que incomoda. Entre as mulheres, o indicador foi de 76%, enquanto dos homens foi de 44%.

Outro fato indicado pelos brasileiros foi a quantidade de ligações pessoais que os profissionais recebem no horário do expediente. Vale destacar que os responsáveis por definir eventuais contratações ficam muito mais irritados com estes funcionários do que os líderes que não têm sob sua responsabilidade a escolha de novos talentos para a empresa.

Na Índia, os trabalhadores odeiam ouvir os constantes toques de telefones celulares dos colegas, enquanto os japoneses são os que mais detestem ser motivo de piada dentro da empresa

No mundo
Ao analisar os dados globais, é possível destacar cinco fatores que irritam os profissionais. Em primeiro lugar, estão as pessoas que não se responsabilizam por suas atitudes e decisões, seguidas por quem reclama em excesso e áreas comuns sujas.

Além disso, foram citados reuniões muito longas ou tardias e profissionais que não respondem os e-mails.

Entre os países, nota-se que as situações que mais irritam os profissionais são diferentes. Nos Estados Unidos, as pessoas detestam constatar que alguém pegou a sua comida na geladeira da empresa. Já na Alemanha, os profissionais ficam muito incomodados com a sujeira encontrada em eletrodomésticos de uso coletivo no escritório, como aparelho de micro-ondas e refrigerador.

Na Índia, os trabalhadores odeiam ouvir os constantes toques de telefones celulares dos colegas, enquanto os japoneses são os que mais detestem ser motivo de piada dentro da empresa.

Fonte:administradores.com.br

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

IV SEMINÁRIO DE RELAÇÕES DO TRABALHO EM CURRAIS NOVOS


Enviado: Maria aparecida dos - Sec. Executiva

Nos últimos dias 15 e 16/09 a gerência da Central do Cidadão esteve participando do IV SEMINÁRIO DE RELAÇÕES DO TRABALHO, promovido pelo Ministério do Trabalho e Emprego, na ocasião de diversos temas abordados os referidos destacaram-se na temática "Qualidade de Vida e Relações Interpessoais no Trabalho".

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Procon/SP fecha mercado do Carrefour por venda de produto vencido

Essa foi a primeira vez que o Procon fechou um supermercado em SP pelo motivo; loja da Vila Guilherme ficará interditada por 12h

Unidade do Carrefour no bairro Vila Guilherme, em São Paulo, foi interditada por vender produtos vencidos O Procon-SP interditou nesta quarta-feira, às 8h, um supermercado do Carrefour no bairro Vila Guilherme, em São Paulo, por vender produtos vencidos. Essa foi a primeira vez que a entidade, criada em 1976, fechou um supermercado no Estado de São Paulo por este motivo.Segundo o Procon, a rede já tinha sido autuada por vender produtos vencidos e terá que pagar uma multa de R$ 87.680. A loja ficará fechada por 12 horas. Com esta decisão inédita, o Procon-SP mostra uma postura mais rigorosa em cobrar que as grandes redes varejistas cumpram os direitos dos consumidores. “A suspensão temporária da atividade possui caráter essencialmente pedagógico e tem como principal objetivo induzir o fornecedor – assim como os demais do mesmo segmento que venham a tomar conhecimento do fato – a adotar medidas mais eficazes para garantir a qualidade dos produtos que expõe a venda ao público consumidor, não apenas no ponto de venda onde foram constatadas as irregularidades, mas em toda sua rede de estabelecimentos”, afirmou o comunicado do Procon à imprensa. Em comunicado, o Carrefour informou que "participa ativamente de um grupo técnico, promovido pelo órgão [Procon], para desenvolvimento de ações que promovam a melhoria contínua dos serviços prestados em suas lojas". A venda de produtos vencidos por redes varejistas é considerada pelo Procon uma infração de natureza grave, pois pode colocar em risco a saúde dos consumidores. Segundo o órgão, ela fera o Código de Defesa do Consumidor (CDC). O artigo 18 do CDC também responsabiliza os varejistas, e não apenas os fabricantes, pela qualidade dos produtos oferecidos nos seus estabelecimentos. E, no parágrafo 6º, deixa claro que os produtos com prazo de validade vencido são impróprios para o consumo.

Publicado no site do IG - http://economia.ig.com.br/empresas/procon+fecha+mercado+do+carrefour+por+venda+de+produto+vencido/n1597209926363.html

terça-feira, 13 de setembro de 2011

OIT: número de feridos em acidentes de trabalho chega a 317 milhões por ano

ISTAMBUL - O Relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT), divulgado durante o XIX Congresso sobre Segurança e Saúde no Trabalho, nesta segunda-feira, mostra que o número de feridos em acidentes de trabalho chega a 317 milhões por ano no mundo e registra uma média de mais de 6.300 mortes diárias relacionadas com o trabalho.

- Os acontecimentos dramáticos como o acidente nuclear em Fukushima, Japão, neste ano, o acidente no rio Pike na Nova Zelândia no ano passado, foram as notícias mais importantes. No entanto, a maioria das lesões, enfermidades e mortes relacionadas com o trabalho passam despercebidas e não se informa sobre elas. Os trabalhadores e suas famílias ficam desprotegidos e sem ajuda para fazer frente a estas situações- disse, o Diretor-Geral da OIT, Juan Somavia.

Segundo o relatório, enquanto o número de acidentes mortais caiu de 358.000 para 321.000 durante este período, o número de enfermidades mortais aumentou de 1,95 milhão para 2,02 milhões.

A OIT afirmou ainda que a recessão mundial deve ter tido um impacto significativo sobre a segurança e a saúde dos trabalhadores e sobre suas condições de trabalho, embora seja cedo para falar dos efeitos a longo prazo nas taxas de acidentes e enfermidades no mundo. O relatório assinala também que fatores psicológicos, como a tensão, o assédio e a violência no trabalho têm um impacto relevante sobre a saúde dos trabalhadores.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/economia/mat/2011/09/12

Assinado protocolo para ações de prevenção de acidentes

Enviado por: evelineknychala

Brasília/DF - O procurador-geral do Trabalho, Luís Camargo, assinou no dia 8 de setembro protocolo de cooperação técnica, na sede do Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília.

O documento tem como objetivo implementar programas e ações nacionais voltadas à prevenção de acidentes de trabalho e ao fortalecimento da Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho.

O procurador-geral do Trabalho, Luís Camargo, falou que o MPT vai atuar cotidianamente no sentido de zelar pelo que está previsto no protocolo e citou as ações já realizadas por meio da Coordenadoria Nacional de Defesa do Meio Ambiente de Trabalho (CODEMAT), como, por exemplo, o Programa Nacional de Acompanhamento de Obras na Construção Civil Pesada. "Temos um país em franco crescimento econômico, com grandes oportunidades de trabalho e é o que queremos. Só não podemos deixar que esses avanços continuem às custas dos riscos e prejuízos causados aos trabalhadores brasileiros."

O ministro João Oreste Dalazen, presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), falou sobre a necessidade de políticas públicas permanentes em defesa do meio ambiente, da segurança e da saúde no trabalho, fortalecendo o diálogo social. "É o momento de conjunção de esforços capazes de evitar novas vítimas. O programa trabalha em prol da vida e da dignidade da pessoa humana."

Segundo dados do Anuário Estatístico da Previdência Social, em 2001 ocorreram no país cerca de 340 mil acidentes de trabalho. Em 2007, o número subiu para 653 mil e, em 2009, chegou a preocupantes 723 mil ocorrências, dentre as quais foram registrados 2.496 óbitos. Ou seja, são quase sete mortes por dia em virtude de acidente de trabalho.

Assinaram o protocolo o Ministério Público do Trabalho (MPT), o Tribunal Superior do Trabalho (TST), o Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), Ministério da Saúde (MS), Ministério da Previdência Social e a Advocacia-Geral da União (AGU).

Fonte: MPT

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

CHIQUE É CRER EM DEUS!


Por GLÓRIA KALIL
Enviado por Técio - Central de Currais Novos

Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.

A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas.

Muito mais que um belo carro Italiano.

O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é quem fala baixo.
Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando
estas são verdadeiras.

Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem
brilho próprio.

Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações
inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.

É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador.
É lembrar-se do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é não se exceder jamais!
Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.

É "desligar o radar", o telefone, quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.

Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

Chique do chique é não se iludir com "trocentas" plásticas do físico... quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que
salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão, intolerância, ateísmo... falsidade.

Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo.

Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não
aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta.

Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!

Porque, no final das contas, chique mesmo é Crer em Deus!

Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas, Amor e Fé nos tornam humanos!

SEJUC leva à população serviços gratuitos


Equipe de profissionais da CODACI

A Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (SEJUC), através da Coordenadoria de Atendimento ao Cidadão (CODACI), leva à população serviços básicos e essenciais para o exercício de cidadania. Emissão de CPF, carteira de trabalho (DRT) e foto 3x4 são os serviços gratuitos oferecidos por uma equipe de profissionais da SEJUC.

As próximas ações serão realizadas nesta sexta (9), na cidade de São Francisco do Oeste, e no sábado (10) nas cidades de Natal e São Gonçalo do Amartante.

Confira a programação:

Data: 09/09/2011
Cidade: São Francisco do Oeste
Evento: Ação Social
Local: Escola Municipal 7 de Setembro
Horário: 08 às 14h
Serviço: CPF e DRT

Data: 10/09/2011
Cidade: Natal
Evento: Igreja Batista
Local: Comunidade Cidade das Rosas
Horário: 08 às 14h
Serviço: Foto, CPF e DRT

Data: 10/09/2011
Cidade: São Gonçalo
Evento: Prefeitura Itinerante São Gonçalo do Amarante
Local: Comunidade Cidade das Flores
Horário: 08 às 14h
Serviço: CPF e DRT

Fonte: Ascom/SEJUC

Dia 09 de setembro - Dia do Administrador. Parabéns administradores pelo seu dia.

O Administrador
A profissão de Administrador é relativamente nova e foi regulamentada no Brasil em 9 de setembro de 1965, data que se comemora o dia do Administrador.

Os primeiros administradores profissionais (administrador contratado, que não é o dono do negócio) foram os que geriam as companhias de navegação inglesas a partir do século XVII. Estas empresas foram as primeiras sociedades anônimas que se tem notícia.

Administrar envolve a elaboração de planos, pareceres, relatórios, projetos, arbitragens e laudos, em que se exija a aplicação de conhecimentos inerentes às técnicas de administração.

Habilidades do Administrador

Habilidades Técnicas: Saber utilizar princípios, técnicas e ferramentas administrativas. Saber decidir e solucionar problemas.
Habilidades Humanas: Saber lidar com pessoas, comunicando-se eficientemente, negociando, conduzindo mudanças, obtendo cooperação e solucionando conflitos.
Habilidades Conceituais: Ter Visão sistêmica.

Atitudes do Administrador
Proativo, ousado, criativo, bom exemplo, cumpridor das promessas, saber utilizar seus princípios, ser cooperativo e ser um bom líder ajudando os funcionarios para que eles possam crescer junto com a empresa.

Dia do Administrador

Nove de setembro é o "Dia Nacional do Administrador", por ser a data de assinatura da Lei nº 4769, de 9 de setembro de 1965, que criou a profissão de Administrador. O dia do Administrador foi instituído pela Resolução CFA nº 65/68, de 09/12/68.

Juramento do Administrador

"Prometo dignificar minha profissão, consciente de minhas responsabilidades legais, observar o Código de Ética, objetivando o aperfeiçoamento da Ciência da Administração, o desenvolvimento das Instituições e a grandeza do homem e da pátria". O juramento foi oficializado pela RN CFA nº 201, de 19/12/97

Oração do Administrador

"Senhor, diante das organizações devo ter CONSCIÊNCIA de minhas responsabilidades como ADMINISTRADOR. Reconheço minhas limitações, mas, humildemente, junto com meus companheiros de trabalho busco o consenso para alcançar a SOLUÇÃO e tornar o trabalho menos penoso e mais produtivo; Senhor, despido do egoísmo, quero crescer, fazendo crescer, também, os que me cercam e que são a razão de minha escolha profissional; Senhor, ADMINISTRE o meu coração para que ele siga o caminho do bem, pois, a mim caberá realizar obras sadias para tornar as organizações cada vez melhores e mais humanas."

Adm. Rui Ribeiro de Araújo CRA/DF nº 2285

Código de Ética do Profissional de Administração (CEPA)

"O que importa nesse momento é que não se deixe de pensar em Moral, em Ética e em Ética Profissional; que não nos acomodemos diante do presente momento histórico que vivemos, onde a Moral, a Ética não são mais os momentos retóricos e, portanto, cansativos. Urge que reflitam em todos os rincões sobre o valor moral e da Ética, pois só assim mudaremos a Ética do País.É o que propomos e é o que a Comissão de Ética do CFA deseja despertar em todas as organizações".

Fonte: www.administradores.com.br

sábado, 3 de setembro de 2011

Afastamento por estresse cresce 28% no primeiro semestre de 2011



SÃO PAULO - No primeiro semestre de 2011 a Previdência concedeu 109 mil auxílios-doença a trabalhadores que sofreram sequelas do estresse. No mesmo período de 2010 foram mais de 85 mil casos. Ou seja, houve um aumento de mais de 28%. Estudo da representação brasileira da International Stress Management Association (Isma-BR), uma associação internacional dedicada à prevenção e estudo do estresse, com sede em 12 países, indica que 70% da população economicamente ativa no Brasil está estressada.

O esgotamento físico e mental, conhecido por estresse, é consequência das condições de trabalho no mercado corporativo brasileiro. Medo da demissão, pressões dos superiores, alta competição, busca de lucro e eficácia, falta de valorização, baixos salários e, em algumas profissões, o risco de morte, deixam trabalhadores apavorados. Diante desse quadro, o trabalho que deveria ser fonte de prazer e satisfação, passa a ser local de dor e sofrimento.

O filósofo Bertrand Russel considerava que o ideal da vida não seria o desintegrar-se completamente pelo trabalho, mas sim, o desfrutar da liberdade dos momentos de folga. Em oposição ao ditado - o trabalho enobrece o homem - Russel sentenciava: "Sem a classe ociosa, a humanidade nunca teria saído da barbárie". Outros pensadores defenderam o ócio ou a redução da jornada de trabalho, como essencial para gerar grandes ideias e ser feliz. Mas para sobreviver, a humanidade precisa trabalhar cada vez mais e melhor. Sob a espada da produtividade, os trabalhadores sofrem de doenças decorrentes de estresse.

É o caso do bancário M. Após sofrer cinco assaltos no trabalho em 20 anos de carreira, ele adoeceu e ficou de licença por três anos. "O quinto assalto foi muito violento, na hora da fuga houve um tumulto e o ladrão disparou várias vezes em minha direção, escapei por sorte e entrei em choque."

M. foi diagnosticado como portador de transtorno pós-traumático gravíssimo. No período de afastamento tentou o suicídio algumas vezes. "Eu não suportava mais ficar em casa, é muito doloroso se sentir inútil. Durante as perícias médicas, me sentia humilhado, já que o médico deixava subentendido que eu não voltava ao trabalho por ser preguiçoso. Fui muito maltratado."

No retorno teve de conviver com perseguição e 'brincadeiras' nas quais era chamado de louco, porque tomava remédios de tarja preta. "Agora, estou numa equipe mais equilibrada e as pessoas me respeitam. Mas tenho colegas com muitos anos de casa que estão pedindo demissão por não suportarem mais as cobranças de metas cada vez maiores."

Além do prejuízo à saúde e às empresas, o estresse e o consequente adoecimento do empregado representam um gasto adicional à Previdência, que até junho deste ano desembolsou R$ 147 milhões em auxílio-doença para portadores desse tipo de distúrbio.

Para a doutora em psicologia Ana Maria Rossi, presidente da Isma-BR, as empresas não dão a devida atenção ao assunto. "Elas estão conscientes do problema e sentem o impacto negativo que os afastamentos acarretam, mesmo assim apenas 5% das empresas promovem ações adequadas para gerenciar as emoções de seus funcionários."

Empresas que oferecem medidas paliativas como ginástica laboral, estão aplicando prevenção secundária, segundo Ana Maria. "Mais importante seria focar na prevenção primária", afirma.

Carga horária
Para a presidente da ISMA-BR as empresas precisam respeitar o horário de trabalho dos empregados.

"Pessoas que ocupam cargo de gerência costumam trabalhar, em média, 13 horas diárias. Muitos se sentem intimidados em sair do trabalho no horário correto. Com jornadas cada vez mais extensas o profissional se sente culpado por não conviver com seus familiares, ou por não realizar outras atividades. É preciso desmistificar a ideia de que é positivo ter profissionais 'multitarefeiros', porque isso causa desgaste e aumenta a margem de erros", diz.

Operador de telemarketing, um dos cargos mais estressantes no mercado de trabalho, Jamil de Carvalho não aguentou o baque. "Já trabalhei em várias empresas de telemarketing, mas nunca vivi uma pressão tão grande como nesta, da qual estou me demitindo. Eles gritam e xingam os operadores, nos obrigam a assumir erros da empresa e aplicam inúmeras advertências para gerar demissão por justa causa", desabafa o trabalhador.

Sobre a inabilidade dos superiores com seus subordinados, o diretor do departamento de políticas de saúde e segurança ocupacional do Ministério da Previdência, Remígio Todeschini, afirma ser preciso retirar fatores negativos do ambiente de trabalho: "Chefes autoritários e cobradores, também chamados de chefes 'tóxicos', minam a autoestima dos empregados. É preciso promover programas de qualidade de vida e de valorização dos profissionais, dando chances de ascensão". E acrescenta: "Antes, a doença ocorria por problemas físicos. Hoje, vemos o crescimento de doenças mentais e comportamentais."

Fonte: O Estadão



sexta-feira, 2 de setembro de 2011

O LAÇO E O ABRAÇO - Mario Quintana

Enviado por Ivonete Melo



Meu Deus! Como é engraçado!

Eu nunca tinha reparado como é curioso um laço... uma fita dando voltas.
Enrosca-se, mas não se embola, vira, revira, circula e pronto: está dado o
laço. É assim que é o abraço: coração com coração, tudo isso cercado de
braço. É assim que é o laço: um abraço no presente, no cabelo, no vestido,
em qualquer coisa onde o faço.

E quando puxo uma ponta, o que é que acontece? Vai escorregando...
devagarzinho, desmancha, desfaz o abraço.

Solta o presente, o cabelo, fica solto no vestido.

E, na fita, que curioso, não faltou nem um pedao.

Ah! Então, é assim o amor, a amizade.

Tudo que é sentimento. Como um pedaço de fita.
Enrosca, segura um pouquinho, mas pode se desfazer a qualquer hora,
deixando livre as duas bandas do laço. Por isso é que se diz: laço
afetivo, laço de amizade.

E quando alguém briga, então se diz: romperam-se os laços.
E saem as duas partes, igual meus pedaços de fita, sem perder nenhum
pedaço.
Então o amor e a amizade são isso...

Não prendem, não escravizam, não apertam, não sufocam.

Porque quando vira nó, já deixou de ser um laço!

Estresse atinge 65% dos bancários, segundo pesquisa

São Paulo/SP - Uma pesquisa feita pelo Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região mostra que 84% dos trabalhadores tiveram algum problema de saúde com frequência acima do normal. De acordo com o resultado da amostragem, o estresse ocupa o primeiro lugar na lista, aparecendo em 65% dos relatos.

A pesquisa O Impacto da Organização e do Ambiente de Trabalho Bancário na Saúde Física e Mental da Categoria foi apresentada durante o Seminário Internacional Saúde dos Bancários, no dia 24, na capital paulista.

Foram entrevistados 818 bancários de seis instituições, entre novembro de 2010 e janeiro de 2011. Do total, 45% têm até cinco anos de profissão e 65% estão nela há dez anos. Entre os pesquisados, 5% têm ensino médio completo, 15% estão cursando faculdade, 66% têm ensino superior completo e 14% estão fazendo pós-graduação.

Do total de entrevistados, 52% disseram ter problema para relaxar por ficar sempre preocupado com o trabalho. Outros 47% informaram que têm fadiga e cansaço constante e 40% sentem dor ou formigamento nos ombros, braços e mãos.

Para 65% dos funcionários de agências a pressão excessiva pelo cumprimento de metas é um grande problema. Segundo a pesquisa, 72% dos caixas e 63% dos gerentes disseram sofrer pressões abusivas para superar metas e 42% reclamaram de sobrecarga de trabalho.

O estudo indica ainda que 42% dos bancários já sofreram algum tipo de assédio moral, 49% não sentem seus esforços reconhecidos, 44% tiveram suas dificuldades expostas no ambiente de trabalho e 31% foram chamados de incompetentes mesmo cumprindo as metas.

Segundo o secretário de Saúde e Condições de Trabalho do Sindicato dos Bancários, Walcir Previtale, as metas e o assédio moral são as maiores preocupações dos trabalhadores do setor. "Temos defendido o fim do assédio moral e das metas abusivas, porque hoje esse é um fator de risco, além do risco de assalto e da contração de lesões. As metas e o assédio moral têm levado os bancários à depressão, ao estresse pós-traumático e à síndrome do pânico".

Previtale ressalta que o assédio moral tem a ver com a organização do trabalho e estratégia de gestão institucionalizada pela empresa. "Elas não assumem e não vão colocar isso em um comunicado interno, mas acabam permitindo práticas de assédio moral no ambiente de trabalho e isso funciona como estratégia. Na verdade, todos são vítimas, o gerente, o chefe, os caixas, os escriturários. Para nós o responsável é o banco e é da direção que cobramos isso."

Segundo ele, há condições de resolver esses problemas. "Temos um programa de combate ao assédio moral que foi assinado com a Federação Nacional dos Bancos em janeiro deste ano. Sabemos que o assédio moral é uma realidade, mas temos uma experiência grande e queremos que os trabalhadores se apropriem desses conceitos para que façamos um combate na origem".

Fonte: Agência Brasil

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Combate ao fumo terá campanha no RN

Na próxima segunda-feira, os profissionais da saúde farão ações das 8h às 17h, nas unidades de saúde de Natal e interior.
As ações de combate ao fumo serão otimizadas na próxima segunda-feira (29) com a integração de todos os profissionais da saúde do Rio Grande do Norte em comemoração ao Dia Nacional de Combate ao Fumo. Esse ano o foco da campanha serão os jovens e adolescentes, que têm aumentado o índice de fumantes no Brasil.

Entre 2006 e 2010, o número de brasileiros fumantes caiu de 16,2% para 15,1%. O avanço mais significativo ocorreu entre os homens, que geralmente, fumam mais do que as mulheres: passou de 20,2% para 17,9%.

Já para as mulheres, o índice continua estável em 12,7% no período. Pessoas com menor escolaridade (zero a oito anos de estudo) fumam mais (18,6%), em relação às pessoas mais escolarizadas (12 anos ou mais de estudo), que fumam 10,2%.

No Rio Grande do Norte, as atividades de combate ao fumo serão feitas nas unidades de saúde, das 8h às 17h, em Natal, Parnamirim, Mossoró, Canguaretama, Monte Alegre e Parelhas.

Este ano, o tema escolhido para comemorar a data foi "Os aditivos em cigarros", que são substâncias incluídas no seu processo de fabricação e embalagem, a fim de estimular o consumo. De acordo com pesquisas são oa aditivos que garantem aromas e sabores mentolados, de bebidas, perfumes, colônias e doce, além daqueles com propriedades estimulantes, como a taurina, o guaraná e a cafeína.

Evidências científicas mostram que os aditivos são usados pelos fabricantes para potencializar os efeitos farmacológicos da nicotina, tornar o sabor das marcas mais palatável para os jovens aspirantes a fumantes, bem como mascarar o sabor e o desconforto imediato da fumaça. Assim, facilitam a experimentação, propiciando a dependência e o consumo regular.

As ações serão feitas em parceria com o Ministério da Saúde, o Instituto Nacional de Câncer e as secretarias municipais de Saúde.

Fonte: nominuto.com

27 de agosto - Dia do Psicólogo/Psicóloga




Oração dos Psicólogos


Senhor,
Só Você conhece em profundidade a criatura humana
Só Você é verdadeiro psicólogo.
Contudo, Senhor, aceite-me como seu ajudante.
Ensine-me as técnicas, oriente-me para não errar,
E quando eu falhar - sei que isso acontecerá -
venha depressa, Senhor, sanar o mal que fiz.

Dê-me um entranhado amor e respeito
pela criatura humana.

Não permite que a rotina, o cansaço
torne-me frio e indiferente ao outro.

Dê-me bastante humildade para aceitar meus erros,
perdoa as ofensas e ajuda-me a
atribuir os êxitos a Você.

Que no fim de cada dia, ao fazer minha revisão,
eu possa dizer em verdade:
Hoje fiz tudo quando dependeu de mim para
ajudar ao meu irmão.

Obrigado, Senhor!


Parabéns !!!!!

Lei sobre assédio moral no serviço público sancionada no Ceará

Cid Gomes sancionou a Lei que prevê punições contra o assédio moral no serviço público - uma conquista considerada histórica pela categoria.
A proposta da lei é parte de um projeto mais amplo, que prevê a implantação de Comissões Setoriais de Prevenção e Combate ao AM nos locais de trabalho, bem como a capacitação de gestores e trabalhadores, visando a promoção da dignidade e respeito no trabalho.
Para obter informações sobre esse projeto, ver “Manual de Prevenção e Combate ao Assédio Moral na Administração Pública”, que encontra-se disponível em http://www.gestaodoservidor.ce.gov.br/site/images/stories/manuais/bt7.pdf

Secretaria de Justiça oferece serviços gratuitos

A Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (SEJUC), através da Coordenadoria de Atendimento ao Cidadão (CODACI), continua levando à população serviços básicos e essenciais para o exercício de cidadania. Emissão de CPF, carteira de trabalho e foto 3x4 são os serviços gratuitos oferecidos por uma equipe de profissionais da SEJUC.

As próximas ações serão realizadas nesta sexta-feira (26), em Tangará e, no sábado (27), os serviços serão prestados em Jandaíra.

Confira a programação:

Data: 26/08

Cidade: Tangará

Evento: Justiça na Praça
Local: Centro de Referência de Assistência Social - CRAS
Horário: 8 às 17h
Serviços: Carteira de Trabalho (DRT) e CPF

Data: 27/08

Cidade: Jandaíra
Evento: Ação Cidadania
Local: Sede Secretaria da Assistência Social
Horário: 8 ás 17h
Serviços: Carteira de Trabalho (DRT), CPF e Foto 3X4.

Fonte:DN Online
25/08/2011

Centrais do Cidadão servirão como postos de arrecadação de armas no RN

O cidadão natalense que desejar se desfazer do seu armamento e munição pode entregar nas Centrais do Cidadão, onde funcionarão postos de arrecadação. A entrega pode ser feita entre os dias 1º de setembro a 31 de dezembro, período de realização da terceira fase da Campanha Nacional do Desarmamento do Ministério da Justiça (MJ).

A divulgação das Centrais do Cidadão, cadastradas como postos de arrecadação, será realizada no dia 29 de agosto, às 10 horas, no auditório da governadoria, durante coletiva de imprensa.

As centrais do cidadão, cadastradas pela Comissão Gestora da Campanha no RN, estarão recebendo armas e munições, aos sábados, das 10h às 17h, e terão um reforço da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (Sesed) para garantir a segurança na arrecadação e no transporte destes materiais ao exército, onde serão queimados.

A inclusão das centrais do cidadão, na campanha, tem como objetivo facilitar a adesão da população à ação do Ministério da Justiça e do Governo do Estado e garantir uma arrecadação maior de armas e munições no RN.

Fonte: Tribuna do Norte
25/08/2011

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Estresse já afeta 70% dos brasileiros economicamente ativos.


Dados da Previdência revelam que o número de licenças concedidas a pessoas com estresse cresceu 28% no primeiro semestre deste ano
Um dado preocupante chama atenção para a qualidade de vida dos profissionais brasileiros. Segundo a Previdência Social, apenas nos primeiros seis meses deste ano, 109 mil pessoas receberam auxílio-doença por conta de efeitos gerados pelo estresse, contra 85 mil casos registrados mesmo período de 2010. E não é só isso: estudo realizado pela unidade brasileira da International Stress Management Association (Isma-BR), associação especializada na prevenção e estudo do estresse, aponta que 70% da população economicamente ativa do país já sofre com o problema.
"Jornadas permanentes que ultrapassam 10 horas por dia e acúmulo de tarefas são fatores cada vez mais presentes no cotidiano das empresas e a pergunta que fica é: está valendo à pena? Ao que tudo indica, a resposta é não", afirma Anderson Cavalcante, administrador de empresas e especialista em desenvolvimento das competências humanas.
"Em vez de verem seus resultados melhorando, as organizações estão fazendo com que seus colaboradores fiquem desmotivados, sem energia e incapacitados de buscarem as metas estabelecidas", complementa Cavalcante.
Entre as recomendações para diminuir os níveis de estresse, o especialista dá dicas que podem ser aplicadas ao dia a dia. "O trabalho deve ser uma atividade prazerosa, não uma tortura. Além de cuidados com pontos básicos, como alimentação e realização de atividades físicas, o profissional deve refletir sobre pontos como produtividade e a importância atribuída ao que se faz", afirma Cavalcante.
"Questões como 'trabalho com foco no resultado ou acabo desviando das minhas metas e acumulando tarefas com as quais não preciso me preocupar?' e 'meus valores e objetivos estão alinhados às exigências da empresa em que estou atualmente?' podem ajudar", aconselha.

Compreenda as mensagens do seu corpo
Ficar atento aos sinais do estresse pode ajudá-lo a tomar medidas preventivas antes de a situação fugir do controle e exigir tratamentos complexos. De acordo com a Isma-BR, ao se falar em sintomas físicos, 38% das pessoas passam por distúrbios do sono e 86% são afetadas por tensão muscular e dor de cabeça. Ansiedade e angústia atingem, respectivamente, 81% e 78%. "Nosso corpo está sempre emitindo recados importantes e precisamos levá-los a sério. Quando perceber que algo está errado, não demore para tomar uma decisão e mude a sua realidade", finaliza Cavalcante.

Fonte: www.administradores.com.br

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Lançamento e sessão de autógrafos do livro "Militância política e produção de subjetividade: O MST em perspectiva"

Enviado por Rafael Figueiró

Comunicamos que o lançamento e sessão de autógrafos do livro “Militância política e produção de subjetividade: O MST em perspectiva” Autor: Jader Leite, ocorrerá no dia 25 de agosto, quinta-feira, das 10h30 às 11h, no Hall da Biblioteca Zila Mamede.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Saiba tudo sobre resiliência e veja por que as empresas preferem os resilientes

Enviado por Ivanilde Maria Severiano

É a competência do momento. Livros, jornais e revistas deixaram um pouco o tema liderança de lado - cá entre nós, já estava ficando cansativo - e passaram a falar de resiliência.

Elástico e silicone. Por incrível que pareça, essas palavras têm tudo a ver com os profissionais. Explica-se: o termo resiliência provém do latim, do verbo resilire, que significa "voltar para trás" ou "voltar ao estado natural". Historicamente, a noção de resiliência foi primeiramente utilizada pela Física e pela Engenharia, que entendia que a palavra significava "propriedade pela qual a energia armazenada em um corpo deformado é devolvida quando cessa a tensão causadora da deformação elástica".

A explicação é do consultor organizacional Eduardo Carmello, diretor da Entheusiasmos Consultoria em Talentos Humanos e autor do livro "Resiliência - A transformação como ferramenta para construir empresas de valor", da Editora Gente. Ele conta que o conceito se desenvolveu e, hoje, as empresas enxergam resiliência como algo muito mais amplo.

"As pessoas escutam de seus chefes ou lêem em algum lugar que elas precisam ser resilientes, mas não entendem o que isso significa. Quando procuram no dicionário, encontram a definição que diz que resiliência é o poder de recuperação, a capacidade de suportar pressão. Com isso, elas entendem que precisam ser passivas. Mas resiliência não é isso", conta.

Afinal, o que é resiliência?
Carmello explica que resiliência é a capacidade de:

- Promover as mudanças necessárias para atingir seus objetivos e os da empresa;

- Manter as competências e habilidades, mesmo diante das adversidades;

- Antecipar crises, prever adversidades e se preparar para elas;

- Ter firmeza de propósito e manter a integridade.

"O profissional resiliente tem três principais características: ele é antenado no mercado e detecta os sinais de oportunidades, frente a mudanças ou adversidades, sem ficar só olhando para o lado ruim da situação; ele consegue entregar o que promete; e ele é capaz de promover mudanças estratégicas e entender seu valor", afirma Carmello.

Por que as empresas preferem os resilientes?
"A maioria dos profissionais, cerca de 80%, segundo pesquisas, tem suas competências diminuídas frente a um ambiente de tensão ou de mudança", sublinha o especialista. Para quem não consegue imaginar a dimensão do problema, vale a pena enfatizar os inúmeros riscos aos quais as empresas estão submetidas. Entrada de novos concorrentes no mercado, enfraquecimento do dólar - o que prejudica as exportações -, alta da inflação, saída de funcionários em posições estratégicas, para citar apenas alguns.

Carmello ainda lembra que, no mundo empresarial, a cada dez projetos de mudança, apenas um dá certo. "O resiliente não espera a crise acontecer para fazer algo, ele se antecipa às mudanças, porque está sempre ligado para o que acontece no mercado, fora da empresa. É o que mais se espera dos profissionais hoje. Se você acha que, nos últimos dez anos, muita coisa mudou, é porque não sabe o que irá acontecer nos próximos dez".

Em outras palavras, espera-se que os profissionais sejam protagonistas e agentes das mudanças no mercado. "Será que, de fato, ninguém esperava a crise no setor imobiliário americano? Será que o dólar mais fraco era imprevisível? Muitos dizem que a crise financeira que atinge os Estados Unidos não chegará ao Brasil, mas não é certeza. A verdade é que o mercado financeiro é muito imaturo. Por conta de especulações, as pessoas entram em pânico e daí surge a crise. Não é alarmismo, mas o resiliente se prepara para a realidade do mercado".

Como cultivar a resiliência
No livro "Resiliência - A transformação como ferramenta para construir empresas de valor", o consultor dá algumas dicas de como se tornar um profissional resiliente. Comece se questionando:

- No momento em que o obstáculo apareceu, você caminhava para alcançar o quê?

- Você está alinhado a algum processo ou desafio estratégico?

- Você procura olhar para a verdadeira dimensão da realidade, transformando a tensão e o foco de energia não em adversidade, mas em um propósito maior?

- O que você considera como adversidade?

- O que você está fazendo com relação às adversidades?

- Que tipo de postura você adota: enfrentar a situação ou se desviar do problema? (seja sincero na resposta)

- O que você pode fazer para promover o crescimento e o fortalecimento da empresa?

Agora, analise a seguinte situação, para avaliar seu nível de resiliência: o gás explodiu e queimou a casa inteira:

Nível 1 de resiliência: recuperando-se de traumas:

- Atitude: Não se antecipou ao acidente nem à conseqüência dele.

- Resposta resiliente: "Eu não consegui, no momento, ativar recursos ou competências necessárias para controlar o acidente, mas saí vivo de lá".

Nível 2: tornando-se mais flexível, leve e consistente:

- Atitude: Conseguir agir bem diante do grau de exigência da conseqüência, mesmo sem ter se antecipado à situação.

- Resposta resiliente: "Eu consigo agir antes que a conseqüência se torne desastrosa".

Nível 3: Crescer, mesmo em ambiente de mudança e adversidade:

- Atitude: Necessidade de ampliar recursos para lidar com o alto nível de exigências das conseqüências em razão de não ter se antecipado à situação.

- Resposta resiliente: "Eu consigo construir competência a tempo de minimizar o impacto da conseqüência, ou seja, recorro a amigos, chamo os bombeiros, isolo materiais inflamáveis etc."

Nível 4: Antecipando acontecimentos e transformando a realidade:

- Atitude: Antecipar-se para que, frente à situação, nada de errado aconteça, talvez nem a própria situação venha a acontecer.

- Resposta resiliente: "Eu me antecipo à situação, evitando que ela aconteça e obtendo total controle sobre a situação e/ou a conseqüência dela".
Uma excelente semana!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Central de Mossoró oferece Curso de Libras para os servidores.



Escrito por Francilene - Secretaria C. C. Mossoró.

Os gestores da Central do Cidadão de Mossoró preocupados com o diferencial no atendimento ao público e na formação de seus servidores realizam um projeto pioneiro nas Centrais do Cidadão do Estado, que é o oferecimento do curso de libras I (1ª etapa), isso graças a uma parceria com a 12ª Dired e CAS centro de atendimento a surdos, o curso acontece nas quartas-feiras à noite no centro de capacitação ao surdo em Mossoró. Ressaltamos que ainda se estenderá para outras etapas.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

PEREGRINAÇ​ÃO DA IMAGEM DE NOSSA SENHORA APARECIDA

A Imagem de Nossa Senhora Aparecida Padroeira do próximo Congresso Nacional do Encontro de Casais com Cristo, ECC,que se realizará em 2012 na cidade de Presidente Prudente em São Paulo está em peregrinação, e chegará em Parnamirim nesta sexta-feira 19/08,a partir das 17:00h vamos todos nos encontrar na Igreja Matriz Nossa Senhora de Fátima em Parnamirim e aguardar a chegada da Imagem em seguida sairmos em CARREATA para a Matriz de Nossa Senhora Aparecida Neópolis/Natal, será celebrada a Santa Missa quando da chegada da Imagem, por volta das 19:00h da sexta, e no Encerramento às 07:00 horas da manhã do sábado, celebrada pelo Arcebispo Dom Matias.
Vamos todos participar e divulgar.

Que em tudo ouçamos Ela dizer:
"Fazei tudo o que Ele vos disser" .

Fonte:ECC - Neópolis e Capim Macio